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Holy Legion Empire
Sacrus Imperius Legionarius
Sacro Império Legionário
954 D.c. - actualmente
SACRUS IMPERIUS LEGIONARIUS VEXILLIARI
Bandeira Vexillum
Lema Nacional:
Pax Per Bellum
Em Português: Paz através da guerra
TERRITORIO
Extensão máxima do Império Legionário.
Nome em suas demais línguas

Sacrus Imperius Legionarius (latim)
Holy Legion Empire (inglês)

Continente Europa
Capital Balentária
(954 - 1534)
Grifôna
(1534 - actualmente)
Língua Oficial Latim, Português
Religião Cristianismo
Governo De jure: República
De facto: Oligarquia
Imperador Guillaume I
General Marzio
Animal Nacional Touro Dourado
Formação da Micronação 26 de Março de 2013
Moeda Denário
" A minha Legião obedece-me, até mesmo na morte. Porquê? Porque vivem para servir o bem maior. "

Guillaume I, imperador

Império Legionário, oficialmente Sacro Império Legionário ou simplesmente Legião, é uma Micronação que se desenvolveu a partir da península Itálica, durante o período pós-republicano da antiga civilização romana, seus legionários são muito bem organizados, e são uma força militar culturista que operam geralmente nas bordas exteriores dos Pirenéus. A sua actual capital é Grifôna.

A expansão legionária começou na época da república, mas o império alcançou sua maior extensão sob o imperador Francesco IV: durante o seu reinado o Império Legionário controlava aproximadamente 2.2 milhões de km² da superfície terrestre. Actualmente o cargo de Imperador é ocupado por Guillaume I desde 1995, que acompanha juntamente com o general Marzio a guerra contra os Estados Independentes da Ibérica pela total conquista da Península Ibérica.

No final do Séc. XIII o imperador Diego II estabeleceu a prática de dividir a autoridade entre Quatro Co-Imperadores, a fim de melhorar e proteger o vasto território do império, estando assim abaixo do nível do imperador e do deputado que controlam o Império em geral.

O simbolo do Império Legionário é um Touro Dourado num manto vermelho representando a força e a feriosidade do animal quando atacado ou ameaçado.

HistóriaEdit

A história do Império Legionário começa na segunda metade do Séc. X por um grupo rebelde chamado de Legião Negra formada no ano de 936 d.c. e liderada pelo Duque Orlão de Weinsteuffen. Orlão foi agrupando muita gente que se oponha ao reinado de Oto I, rei dos Germanos , que se recusavam a reconhece-lo como Rei da Alemanha, que após vários ataques entre 937 a 938 o Duque da Baviera, Everardo iniciou uma grande revolta para substituir Oto pelo grande Thankmar , também um dos membros da Legião Negra.

Sem sucesso, Thankmar foi morto por Oto, deixando assim o grupo rebelde descentralizado e abalado pela morte, contudo as batalhas e ataques continuaram até o ano seguinte de 939, quando Henrique, um dos membros da Legião Negra conspirou contra Oto I a fim de poder assassina-lo mas falhou quando a Legião foi derrotada na Batalha de Andernach fazendo com que Henrique fugisse para França.

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Frumentarii atacando Oto I em nome de Orlão.

Após o afastamento de Everardo e Henrique, Orlão de Weinsteuffen fugiu para Itália a fim de puder instalar a sua Legião num forte na zona dos estados papais, com sucesso Orlão agrupou mais de 2.000 soldados que mais tarde atacariam a base onde Oto estaria instalado. O nome da sua Legião mudou em 952 d.c. para Sacro Império Legionário a fim de mostrar ás ordens vizinhas que Orlão estava determinado em matar o Rei. Quase tudo se desmorenou em 962 quando o Papa João XII coroou Oto como Sacro Imperador Germânico deixando Orlão furioso, que mais tarde ameaçou os estados papais com um ataque em grande escala que nunca ocorreu após uma longa conversação entre o Papa e Orlão. Em 969 Orlão morre aos 79 anos de idade de causa natural sendo sucedido por Carlo di Pedicci o homem que mais Orlão confiou ao longo de sua vida

Carlo, que sempre esteve a par do ódio que Orlão possuia por Oto, organizou um grupo de 5 Frumentarii a fim de assassinar Oto que estava instalado em Memleben. Oto I morreu em 973 pela espada do Frumentarius Vulpe que mais tarde foi considerado um Héroi.

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Legionários, atacando as forças armadas de Filipe II de França

O Império Legionário cresceu, ganhando assim mais tarde a confiança do Papa e das ordens vizinhas. A 1024 extinguiram o Sacro Império Romano-Germânico com o assassinato de Henrique II , ocupando-se então de toda a Itália e de uma boa parte da Alemanha. Em 1194 o Imperador Fernando II organizou uma série de campanhas contra os Estados Franceses a fim de conquistar o seu vasto território, esgotados e cansados da Terceira Cruzada, Filipe II de França sentiu-se obrigado a suportar os ataques vindos do Império Legionário até que no final do ano de 1220 o Império já contava com metade do território francês no desfeche da Batalha de Paris Saint-Geman e Filipe II morre 3 anos depois numa ilha francesa.

No ano 1278, Diego II establece a prática da divisão da autoridade entre Quatro Co-Imperadores a fim de melhorar a organização e a protecção do extenso território. O Império foi dividido em quatro partes sendo elas o: Império Legionário Itálico, Império Legionário Central, Império Legionário Anglical e o Império Legionário Colonial que na época só ocupava menos de 10 km quadrados de território. A meados do Séc. XV mais concretamente entre 1450 a 1459, a Legião conquista toda a Inglaterra e País de Gales, criando também na mesma época uma aliança com a Escócia e Irlanda. Nos finais desse mesmo século toda França é conquistada pelo Imperador Romano VII após a Grande Batalha Capetina.

Sua maior expanção pelo continente Africano começa no ano de 1677 com uma série de campanhas organizadas e estruturadas pelo Imperador Francesco IV e pelo Co-Imperador do Império Legionário Colonial, Ricardo Luís I. Entre 1677 e 1701 mais de metade da bacia do mediterrâneo já pertencia á Legião.

A maior perda de território já enfrentada pelo Império foi em 1728 quando os Estados Alemães conquistaram mais de metade da Alemanha, desencadeando uma feriosissima guerra entre as duas forças. O Tratado da Paz Central foi assinado pelo Imperador Philipe II em 1745 dando por encerrada a Guerra Central Europeia que desabilitou bastante as Legiões do Império. Mais tarde a 1760, Philipe II é assassinado por um agente do Reino de Serpa e Belmonte numa das visitas do imperador ao território próximo dos Pirenéus, só se veio a descubrir do envolvimento de Serpa a 1766 quando ocorreu a Batalha Alta no mesmo local.

O Império sempre teve o mesmo território desde o ano de 1854 quando o Imperador Julliano I decidiu apenas concentrar-se na conquista da Península Ibérica, sem sucesso desde então. Tudo ficou mais complicado após a formação dos Estados Independentes da Ibérica a 1999 que instituiu a todos os estados da zona, abdicarem de sua ideologia política para a Républica, Reino de Serpa e Belmonte foi contra o Tratado criando assim uma aliança repentina com o Império Legionário contra os Estados da Ibérica sob a condição de que Serpa não seja conquistada.

Actualmente Guillaume I é o Imperador deste 1995, e vive activamente uma guerra contra a Ibérica pela sua total conquista. Marzio o general oficial é o general da Legião Militar Imperialista, as forças armadas nacionais do império.

DemografiaEdit

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Um típico campo legionário do início do séc. XX

Como uma armada imperialista, o Império Legionário mantém uma hierarquia muito estricta com uma variada divisão de papeis. Todos os homens saudáveis tornam-se soldados com um unico propósito: lutar pelo império até serem derrotados em combate. Esta razão de ser é imprimida em cada legionário durante a sua adesão ou, se é nascido na Legião, é aprendida no seu treinamento. Legionários, principalmente aqueles que são nascidos no império são incondicionalmente leais ao imperador, vivendo apenas para lutar. Ao contrário das espectativas, experiência e veterania não têm qualquer efeito sob a posição de alguém na Legião, enquanto alguns podem receber melhor equipamento e tarefas mais perigosas para cumprir outros recebem equipamento mais fraco e tarefas mais fáceis e seguras.

Mulheres recebem o papel, essencialmente no campo da medicina. A ideologia da Legião especificamente proibe a mulher de lutar, ao invés são tutoras, médicas, agricultoras e fornecedoras para suportar as tropas Legionárias nas continuas campanhas de expansão. Existe contudo uma certa discriminação para com o sexo feminino entre a sociedade geral, mas é importante relembrar que ambos os sexos, feminino e masculino são totalmente sub-julgados pelo imperador.

A maior unidade de organização do Império Legionário é a "Cohort", contendo cerca de 480 legionários que são divididos por sua vez em Centuriões que ao contrário do seu nome, são cerca de 80 homens. Cada Centurião é devidido em 10 "acampamentos" ("Contubernia") que por sua vez além de conter um Centurião tambem contém um Decanus que lidera um grupo de 4 a 8 legionários.

Aqueles que vivem sobre o controlo do Império Legionário são considerados de Subordinados, e não membros da Legião. Terras que vivem sob protecção do imperador têm garantidamente estabilidade e segurança muito melhor e vantajosa que outras terras fora da sua esfera de influência.

LinguagemEdit

Membros do Império Legionário seguem a tradição no uso de pronuncias em Latim Clássico, como por exemplo a sua forma de cumprimento tradicional "ave" (awe). Soldados são muitas vezes chamados de Legionarius ao invés do português "Legionários". Aqueles que são aliados com o império são chamados de "amicus" que significa "amigo" em português. O lema nacional "Pax Per Bellum" é uma frase latina formada pelo ancião Duque Orlão de Weinsteuffen que significa "Paz através da guerra".

Embora muitas pronuncias latinas sejam utilizadas, a lingua oficial do império é o português, introduzido pelo imperador Jozzê Lucianus em 1959.

ReligiãoEdit

O Império Legionário sempre seguiu o Cristianismo e o Catolicismo como sua religião principal já desde os tempos de Orlão nos finais do séc. X quando instalou a Legião Negra numa sede nos estados papais.

Legionários veneram Deus e Jesus Cristo, rezando sempre antes de uma batalha ou uma guerra, tonando-se já tradição do império.

Sistema monetárioEdit

O sistema monetário legionário inclui o denário (danarius, em latim, plural denarii), uma pequena moeda de prata que é a de maior circulação no Império Legionário e o aureo (aureus, em latim, plural aurii), moeda cunhada em ouro equivalente a 25 denários. Numa trasacção monetária, 1 Aureo é equivalente a 0,80 EUR e 1 Denário é equivalente a 0,05 EUR.

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O Denário (prata), que mostra uma imagem de um jovem Carlo di Pedicci ou como era chamado (Caesar) na cara e Orlão, Carlo e Vulpe na coroa. As incripções estão em latim, "Caesar Dictator" significando "Ditador César" ou "Líder Absoluto César" na cara e "Magnum Chasma" significando "Grande Fissura" na coroa, referindo-se á ruptura que houve quando Oto I foi coroado Sacro Imperador.


150px-FNV Legion golden coin
O Aureo (ouro), que mostra uma imagem de um idoso Carlo di Pedicci na cara, e o símbolo nacional do império (o Touro Dourado) na coroa. As incripções estão em latim, "Aeternit Imperi" significando " Pela internidade do império" na cara e "Pax Per Bellum" (Lema nacional do Império) significando "Paz atravéz da guerra" na coroa.

Força MilitarEdit

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Um Legionário Veterano na sua posição de ataque.

Toda a Força Legionária é liderada por um General, que apenas obedece ao Imperador. Para acrescentar, a Legião possui duas forças especiais, os Frumentarii, que são considerados a Elite da legião e recebem na maior parte das vezes, missões de infiltração e assassinato, e os Praetorians, cuja tarefa é proteger e defender o Imperador. Alguns também são enviados para proteger o General.

Ao contrário da maior parte das forças militares, os Legionários não são organizados por rank e sim pela experiência de combate directo. Os mais inexperientes são os Recrutas, possuem o equipamento menos defensivo e geralmente são colocados na linha da frente. Os que sobrevivem após uma batalha ou guerra, são mais tarde reconhecidos como Decanus, os comandantes dos Recrutas.

Os Legionários mais experientes, os Veteranos, colocam-se mais atrás na zona central e apenas juntam-se á batalha se os Recrutas ou Decanus falhem os seus objectivos. Esta prática não é uma questão de glorificar os soldados mais antigos no seu serviço, ao invés disso permite ao Império Legionário, salva-guardar os melhores soldados para reserva.

Os comandantes principais, os Centuriões e o General, são os membros mais experientes do Império Legionário. Ao contrário das demais forças militares, todos eles chegaram ao mesmo rank, pela cumprissão de tarefas no campo de batalha. Contudo, raramente entram em batalhas devido ao seu número bastante limitado e pelas suas valiosas tácticas de guerra. A perda de um centurião é quase equivalente á perda de um general o que resulta numa perda dramática no Império.

Um posto especial no império, são os Vexillarius. São aqueles que transportam a bandeira ou o vexillum do Império para o campo de batalha e agem em pontos de maior movimento.

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Legionários operando em um campo de concentração.

A disciplina dos Legionários é absoluta. Em combate, todos obedecem a todas as ordens sem questionar, e se necessário, sacrificam a sua própria vida. A razão para isto é simples: entre os séc. XV e o séc. XIX existiram severos castigos para quem falhava. Legionários da altura seriam considerados "sortudos" se escapasem com sua vida. Aqueles que falhavam, geralmente eram crucificados ou desfeitos em pedaços pelos Praetorians em frente do Imperador. Também era possivel o general invocar uma deciminação, onde cada legionário culpado era espancado até á morte pelos seus colegas como castigo. A expectativa de vida entre os Legionários é muito baixa, cada legionário que sobrevive durante muito tempo é considerado um oponente formidável.

Enquanto este estilo de disciplina de combate é extremamente efectiva, cria também por sua vez uma desvantajosa fraqueza. Soldados do império são treinados para obedecer os seus superiores em todas as situações; isto muitas vezes faz com que as tropas legionárias, especialmente os Recutas, sejam lentas na adaptação da mudança de várias situações de guerra. Se os centuriões e os veteranos são eliminados, a corrente de comando estará em severo perigo de colidir. Os Recrutas são incapazes de controlar a situação, a força militar sem um líder irá permanecer desorientada e confusa, redendo-se fácilmente.

A Legião maior parte das vezes, adopta o combate corpo-a-corpo, ivedenciando a sua escolha de armamento - primeiramente, o Machete, que corta fácilmente muitos tecidos de armadura. Também utilizam armas de fogo mas pouco são utilizadas, principalmente pelos legionários de baixo nível. Existem exepções muitas vezes, Recrutas utilizam as menos efectivas armas de fogo, .357 Magnum Revolver, Varmint Rifle e a Single Shotgun. Um legionário com o nível de Decanus é geralmente armado com uma submachine gun de algum modelo. Veteranos já são armados com armas de fogo mais lentas, mas mais efectivas como a Cowboy Reaper, .44 Magnum Revolver e a Hunting Rifle. Os legionários armados com alta técnologia, os Centuriões, usam a Anti-Materiel Rifle e a Marksman Carbine.